A vida é muita curta para tanta tristeza.
Deu vontade de ficar mais tempo junto, deu vontade de levar essa história até o fim - e eu não tenho a menor ideia do que você pensa a respeito, a gente não conversa sobre isso, só fica fazendo uma linha nada-tem-muita-importância, ou algo assim.

Ele é alto e ela é baixinha. Ele tem aquele jeito durão e ela toda é meiguinha. Ele adora sair e ela prefere ficar em casa. Ele adora barulho e ela adora o silêncio. Mas mesmo com todas as diferenças, eles tem algo em comum: São completamente apaixonados um pelo outro!

Romanceais.  (via alentador)

Quando os adultos dizem: “Os adolescentes se acham invencíveis”, com aquele sorriso malicioso e idiota estampado na cara, eles não sabem quanto estão certos. Não devemos perder a esperança, pois jamais seremos irremediavelmente feridos. Pensamos que somos invencíveis porque realmente somos. Não nascemos, nem morremos. Como toda energia, nós simplesmente mudamos de forma, de tamanho e de manifestação. Os adultos se esquecem disso quando envelhecem. Ficam com medo de perder e de fracassar. Mas essa parte que é maior do que a soma das partes não tem começo e não tem fim, e, portanto, não pode falhar.

Quem é você, Alasca?    (via cuedlly)

As pessoas me esvaziam. Raramente encontro uma pessoa rara ou interessante. É mais que perturbador, é um choque constante. Está me tornando um maldito mal-humorado.

Charles Bukowski  (via aprendizdepoeta)

Quando os adultos dizem: “Os adolescentes se acham invencíveis”, com aquele sorriso malicioso e idiota estampado na cara, eles não sabem quanto estão certos. Não devemos perder a esperança, pois jamais seremos irremediavelmente feridos. Pensamos que somos invencíveis porque realmente somos. Não nascemos, nem morremos. Como toda energia, nós simplesmente mudamos de forma, de tamanho e de manifestação. Os adultos se esquecem disso quando envelhecem. Ficam com medo de perder e de fracassar. Mas essa parte que é maior do que a soma das partes não tem começo e não tem fim, e, portanto, não pode falhar.

Quem é você, Alasca?    (via cuedlly)

Alguns choram por amor, outros pela falta dele.

A culpa é mesmo das estrelas? (via alentador)

Não há como desistir do amor de forma racional. Fica, em algum cantinho da alma, uma vontade de ter tomado a decisão errada; fica no coração uma sala desocupada e silenciosa onde se vela um morto que não pode ser enterrado.

Fred Medeiros. (via teleportear)

— Meu nome é Hazel. O Augustus Waters foi o grande amor estrela-cruzada da minha vida. Nossa história de amor foi épica , e não serei capaz de falar mais de uma frase sobre isso sem me afogar numa poça de lágrimas. O Gus sabia. O Gus sabe. Não vou falar da nossa história de amor pra vocês porque , como todas as histórias de amor de verdade , ela vai morrer com a gente , como deve ser. Eu tinha a expectativa de que ele é quem estaria fazendo meu elogio fúnebre , porque não há ninguém que eu quisesse tanto que… — Comecei a chorar. — Tá , como não chorar. Como é que eu… Tá.
Respirei fundo algumas vezes e retomei a leitura.
— Não posso falar da nossa história de amor , então vou falar de matemática. Não sou formada em matemática , mas sei se uma coisa: existe uma quantidade infinita de números entre 0 e 1. Tem o 0,1 e o 0,12 e o 0,112 e uma infinidade de outros. Obviamente , existe um conjunto ainda maior entre o 0 e o 2 , ou entre o 0 e o 1 milhão. Alguns infinitos são maiores que outros. Um escritor de quem costumávamos gostar nos ensinou isso. Há dias , muitos deles , em que fico zangada com o tamanho do meu conjunto ilimitado. Queria mais números do que provavelmente vou ter , e , por Deus , queria mais números para o Augustus Waters do que os que ele teve. Mas Gus , meu amor , você não imagina o tamanho da minha gratidão pelo nosso pequeno infinito. Eu não o trocaria por nada nesse mundo. Você me deu uma eternidade dentro dos nossos dias numerados , e sou muito grata por isso.

A Culpa é das Estrelas. (via revejo)

Se você sorrir dai,
Meu coração sorri daqui.

excruciare (via alentador)

E agora? Como faz quando se é adulta? Qual é a sustagem de agora para que eu não desintegre? Como é que se ama com um corpo de trinta e três anos se por dentro eu tenho cinco anos e estou tremendo, apavorada, pressentindo o estrago que as coisas de verdade podem causar. Por que eu chamo de estrago quando sei que, na verdade, estrago é o que as coisas que não são de verdade causam. Eu tenho tamanho pra suportar o tamanho das coisas de verdade?

Tati Bernardi.   (via semflor)
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